Eles estão no cinema há décadas, já causaram terror nos videogames, desenhos animados, têm
um desfile de rua em várias cidades do planeta e invadiram até a literatura clássica. Mas de
onde surgiu a lenda desses mortos-vivos sedentos por carne humana? Por incrível que pareça, os
zumbis surgiram de uma crença religiosa, o vodu haitiano. As informações são do site Life's Little
Mysteries.
Os feiticeiros do vodu aparecem em histórias nas quais dão a alguma pessoa um veneno não mortal,
mas que faz com que ela pareça estar morta. A vítima é então enterrada e o feiticeiro retorna e toma
o poder sobre o corpo, o qual não obedece mais à vontade do dono. As histórias evoluíram e ao
longo do tempo os feiticeiros passaram a reviver os mortos nesses contos.
As fábulas sobre zumbis passaram inclusive por estudos científicos. Nos anos 80, o botânico Wade
Davis foi ao Haiti e afirmou ter identificado duas drogas que são capazes de entrar na corrente
sanguínea e colocar alguém em um transe, agindo como um zumbi, ou pelo menos algo parecido.
O folclore haitiano ainda tem histórias de terror nas quais esses mortos-vivos seriam vistos em
ruas de vilas à noite. Apesar disso, os mortos-vivos do vodu são diferentes dos zumbis que ficaram
famosos na cultura popular contemporânea, principalmente por não comerem carne humana.
O primeiro filme foi White Zombie ("Zumbi Branco"), de 1932. Dirigido por Victor Halperin, ele
era estrelado pelo mestre do terror Bela Lugosi, que interpretou nessa mesma época talvez o mais
famoso Drácula do cinema, ele fazia o papel do maléfico Legendre, que, no Haiti, transformava
pessoas saudáveis em trabalhadores zumbis com a ajuda de uma poção misteriosa. A atuação
assustadora de Lugosi convenceu e os mortos-vivos horrendos voltaram a aterrorizar o público
na seqüência Revolt of the Zombies ("Revolta dos Zumbis"), de 1936. Nas décadas seguintes,
as poções mágicas, que tinham o poder de transformar pessoas em zumbis, continuaram fazendo
sucesso no cinema até que, em 1968, o diretor americano George Romero criou um novo conceito
para os mortos-vivos. Ele deixou de lado o Haiti como cenário e as poções mágicas para apresentar
ao público o cadáver putrefato, que se arrasta de maneira desengonçada, emite grunhidos e se
alimenta de cérebros humanos, este foi o primeiro filme a mostrar zumbis carnívoros que foi muito
mais assustador. Essas "belezinhas" são as estrelas de Noite dos Mortos-Vivos, o pai dos filmes
modernos sobre zumbis. Noite dos Mortos-vivos teve duas seqüências, uma delas foi Zombie,
Despertar dos Mortos. Que foi refilmado em 2004 como Madrugadas dos Mortos, que nos cinemas
bateu a bilheteria de A Paixão de Cristo, foram 27 milhões pros zumbis e 19 para Jesus, e dessa
vez o mal venceu o bem... A Noite dos Mortos- Vivos tem final de catástrofe nada feliz o que foi
criticado pela produtora. O orçamento foi baixo e muito no filme foi improvisado.
Outra história de zumbis dos cinemas antigos, que é muito estranha, pois os mortos ressuscitam
quando um óvni passa pela Terra e lança um raio sobre o cemitério fazendo os mortos se
levantarem.
Night of the Living Dead é o primeiro de cinco filmes Living Dead dirigidos por George Romero.
Após o filme de 1968, Romero lançou Dawn of the Dead (1978), Day of the Dead (1985), Land of
the Dead (2005) e Diary of the Dead (2008). Cada filme traça a evolução da epidemia dos mortos-
vivos nos Estados Unidos e as tentativas desesperadas da humanidade para lidar com isso. Como
em Night of the Living Dead, Romero apimentou os outros filmes na série com críticas específicas
aos períodos nos quais eles foram lançados.
um desfile de rua em várias cidades do planeta e invadiram até a literatura clássica. Mas de
onde surgiu a lenda desses mortos-vivos sedentos por carne humana? Por incrível que pareça, os
zumbis surgiram de uma crença religiosa, o vodu haitiano. As informações são do site Life's Little
Mysteries.
Os feiticeiros do vodu aparecem em histórias nas quais dão a alguma pessoa um veneno não mortal,
mas que faz com que ela pareça estar morta. A vítima é então enterrada e o feiticeiro retorna e toma
o poder sobre o corpo, o qual não obedece mais à vontade do dono. As histórias evoluíram e ao
longo do tempo os feiticeiros passaram a reviver os mortos nesses contos.
As fábulas sobre zumbis passaram inclusive por estudos científicos. Nos anos 80, o botânico Wade
Davis foi ao Haiti e afirmou ter identificado duas drogas que são capazes de entrar na corrente
sanguínea e colocar alguém em um transe, agindo como um zumbi, ou pelo menos algo parecido.
O folclore haitiano ainda tem histórias de terror nas quais esses mortos-vivos seriam vistos em
ruas de vilas à noite. Apesar disso, os mortos-vivos do vodu são diferentes dos zumbis que ficaram
famosos na cultura popular contemporânea, principalmente por não comerem carne humana.
O primeiro filme foi White Zombie ("Zumbi Branco"), de 1932. Dirigido por Victor Halperin, ele
era estrelado pelo mestre do terror Bela Lugosi, que interpretou nessa mesma época talvez o mais
famoso Drácula do cinema, ele fazia o papel do maléfico Legendre, que, no Haiti, transformava
pessoas saudáveis em trabalhadores zumbis com a ajuda de uma poção misteriosa. A atuação
assustadora de Lugosi convenceu e os mortos-vivos horrendos voltaram a aterrorizar o público
na seqüência Revolt of the Zombies ("Revolta dos Zumbis"), de 1936. Nas décadas seguintes,
as poções mágicas, que tinham o poder de transformar pessoas em zumbis, continuaram fazendo
sucesso no cinema até que, em 1968, o diretor americano George Romero criou um novo conceito
para os mortos-vivos. Ele deixou de lado o Haiti como cenário e as poções mágicas para apresentar
ao público o cadáver putrefato, que se arrasta de maneira desengonçada, emite grunhidos e se
alimenta de cérebros humanos, este foi o primeiro filme a mostrar zumbis carnívoros que foi muito
mais assustador. Essas "belezinhas" são as estrelas de Noite dos Mortos-Vivos, o pai dos filmes
modernos sobre zumbis. Noite dos Mortos-vivos teve duas seqüências, uma delas foi Zombie,
Despertar dos Mortos. Que foi refilmado em 2004 como Madrugadas dos Mortos, que nos cinemas
bateu a bilheteria de A Paixão de Cristo, foram 27 milhões pros zumbis e 19 para Jesus, e dessa
vez o mal venceu o bem... A Noite dos Mortos- Vivos tem final de catástrofe nada feliz o que foi
criticado pela produtora. O orçamento foi baixo e muito no filme foi improvisado.
Outra história de zumbis dos cinemas antigos, que é muito estranha, pois os mortos ressuscitam
quando um óvni passa pela Terra e lança um raio sobre o cemitério fazendo os mortos se
levantarem.
Night of the Living Dead é o primeiro de cinco filmes Living Dead dirigidos por George Romero.
Após o filme de 1968, Romero lançou Dawn of the Dead (1978), Day of the Dead (1985), Land of
the Dead (2005) e Diary of the Dead (2008). Cada filme traça a evolução da epidemia dos mortos-
vivos nos Estados Unidos e as tentativas desesperadas da humanidade para lidar com isso. Como
em Night of the Living Dead, Romero apimentou os outros filmes na série com críticas específicas
aos períodos nos quais eles foram lançados.
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